sábado, 11 de setembro de 2010

11 de setembro: cruel e memorável

Há nove anos, em um onze de Setembro basicamente normal. O mundo voltou-se para Manhattan, chocado com a notícia de que dois aviões foram jogados contra o complexo de negócios do World Trade Center e as mais imponentes torres daquela ilha. Bilhões de dólares estavam em transição naquelas construções, milhares de pessoas circulavam naquele momento e muitas vidas foram perdidas.

A Al Qaeda assumiu a responsabilidade por aqueles atos e mais uma guerra foi declarada ao Oriente Médio. Aquela agência terrorista, que foi patrocinada pelos Estados Unidos para tomar o governo afegão dos russos na Guerra Fria, agora quebrava o tão famoso regime de segurança americano e mostrava a fragilidade daquela potência. Ligando um fato ao outro, será mesmo que a Al Qaeda não atacou os Estados Unidos a mando deles, para declarar guerra ao Afeganistão e ao Iraque conseguindo novos poços de petróleo?


Nunca saberemos ao certo o que aconteceu. Vidas foram desperdiçadas, muito dinheiro foi jogado fora e a implosão das duas torres funcionou perfeitamente. No entanto, as famílias americanas, mexicanas e de todos os que estavam naqueles edifícios nunca esquecerão o pânico que aquela manhã representou em suas vidas. As indenizações foram milionárias, mas nada vai fazer esquecer uma perda daquelas.

Numa data como esta, New York passa por crises étnicas. Os americanos não permitem que seja construída uma mesquita, um pastor alega que queimará o Corão (livro sagrado dos muçulmanos) e pessoas fazem um protesto fascista não querendo que pessoas de outras religiões numa cidade multi-cultural como New York. É inaceitável um comportamento destes em um país como os Estados Unidos, ou em qualquer outro país.

O respeito é a base das relações humanas, em todos os casos a tolerância cria uma barreira contra a violência em todas as etnias. Portanto, é necessário que os Estados Unidos aprenda com a intolerância da Al Qaeda e aprenda a respeitar as etnias e o enraizamento de cada povo no mundo.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Esculpidos pela moda

Todos somos influenciados pela mídia, não importa quem seja, é inegável o fato de que sofremos de um toque da mídia em nossa vida e em nossos costumes, compramos em nome da mídia, nos transformamos em nome da moda, arrumamos amigos por causa da comunicação...O homem tem se tornado cada mais volúvel, vulnerável a cada dogma da mídia, mostra-se sem opinião própria e sem vontade.

Estamos cansados de ver as modelos magérrimas que desfilam durante as intensas semanas de moda em cada estação do ano. Felizmente hoje existem ONGs que tentam impedir que este modelo de beleza passem para o mundo todo com medo de influenciar jovens a segui-lo e criar pessoas anoréxicas e bulêmicas. O que a mídia deve levar extremamente em consideração é o fato de que esta serve como exemplo para toda a sociedade, levando ao consumismo e a mudança em um estilo de vida.

Músicos, jornalistas, atores, blogueiros fazem uso da vulnerabilidade da pessoa com relação a uma análise das informações que recebemos diariamente para influenciar de forma radical a vida das pessoas. Baseado nisso, vemos pessoas que baseam-se inteiramente na mídia no modo de falar, de se vestir, de leitura e de consumismo. É necessário sabermos e analisarmos as informações que recebemos diariamente para não nos tornarmos inúteis e influenciáveis.

O mundo sempre terá influências que levarão multidões a agir conforme o que "eles" querem, mas devemos ser diferentes e sempre pensarmos no que estamos fazendo. Se estamos sendo naturais ou estamos apenas nos adequando a uma moda nova.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Dengue - absurdo público

Todos os anos, especialmente na estação de verão, temos as mesmas informações de que os casos de dengue vêm superando recordes e mais recordes de crescimento. E a população tem sempre a mesma reação: absolutamente nenhuma. Parece que recordes são apenas números, mais números, outros números...apenas isso.

É inaceitável que pessoas acompanhem todos os dias a notícias, por exemplo o aumento de 885% em casos de dengue no estado de São Paulo e não tomam medida alguma. Falta de informação, sem dúvida, não é motivo para a falta de cuidado da população, até mesmo porquê a mídia divulga de modo eficiente as maneiras de combater a larva do mosquito. A população precisa agir em conjunto para acabar com esta situação. Até quando seremos mortos por um mero mosquito? Até quando veremos pessoas sofrerem por um mal tão primário?

A cura disso ao nosso alcance e não fazemos nada para melhorar esta situação. Nosso asseamento é fundamental para manter nossos lares livres desta doença que preocupa não pela morte, mas pelo sofrimento que à muitas pessoas promove.

O maior problema disto tudo não está em nossa casa. Está com o quintal do vizinho que permite a proliferação dos mosquitos, nos contaminando e criando uma contaminação no bairro. Portanto, devemos cuidar de nossa casa e, ao mesmo tempo, fiscalizar as casas dos outros para que não permitam a que este mal cresça.

Colabore! Não é tão difícil limpar a água parada que temos em casa. Sejamos, no mínimo, pessoas zeladoras que cuidam para que ao nosso redor ninguém seja prejudicado. Somente assim, coletivamente, poderemos combater esta calamidade pública de todos os verões.